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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

REFLEXÃO - O Drama de Um Apaixonado!



Esta é uma história real de um jovem, que se apaixonou por aquela que hoje é amante de muitos em nosso Brasil.

Leia com atenção e reflita!
Quando a conheci tinha 16 anos. Ela, Nem sei... Fomos apresentados, por um carinha da escola que se dizia meu amigo e foi amor à primeira vista!

No começo, tudo foi muito bonito. Eu a amava, mas, não podíamos nos encontrar no colégio e passamos a nos encontrar as escondidas. Então meus pais souberam e queriam nos separar, pois eles não aceitavam a nossa paixão!

Nossa paixão era incontrolável, e por causa dela fui expulso do colégio. O tempo passou...

E minha paixão por ela, cada dia ficava mais forte... Já não podia viver sem ela! Eu a cobiçava... A queria...Desejava!

Por cauda dela, deixei meus pais e saí de casa. Ela era muito poderosa! Seu fogo me enlouquecia cada dia mais...

Voltei em casa, pois queria dinheiro. Meus pais não tinham, aí pensei nela e quebrei tudo que pude, pois precisava de grana.

Não sabia mais o que fazer, pois não tinha mais dinheiro. Então... Ela me abandonou!

Hoje tenho 18 anos e estou no leito de um hospital. Vou morrer!

Sei que devo tudo a ela... A minha vida... A minha felicidade... O desprezo dos meus pais e amigos... A minha morte!

Ela que foi a primeira e única paixão de minha vida! O que? O nome dela?

Cocaína!
Autor desconhecido



FONTE DA IMAGEM: Google

REFLITA - Os Que Fazem A Diferença!



Conta-se que após um feriado prolongado, o professor entrou na sala da Universidade para dar sua aula, mas os alunos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral. Depois de tentar, educadamente, por várias vezes, conseguir a atenção dos alunos para a aula, o professor perdeu a paciência e disse: “Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez”. Um silêncio carregado de culpa se instalou na sala e o professor continuou. ”Desde que comecei a lecionar, e isso já faz muitos anos, descobri que nós professores trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que, de cada cem alunos apenas cinco fazem realmente alguma diferença no futuro. Apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.

O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que, de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença. De cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; de 100 conhecidos, quando muito, 5 são verdadeiros amigos, fraternos e de absoluta confiança. E podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.

É uma pena não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora. Assim, então, teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo, sabendo ter investido nos melhores. Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto.

Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje”. O silêncio se instalou na sala e o nível de atenção foi total. Afinal, nenhum dos alunos desejava fazer parte do “resto”, e sim, do grupo daqueles que realmente fazem a diferença. Mas, como bem lembrou o sábio professor, só o tempo dirá a que grupo cada um pertencerá. Só a atuação diária de cada pessoa a classificará, de fato, num ou noutro grupo.

Pense nisso!

Se você deseja pertencer ao grupo dos que realmente fazem a diferença, procure ser especial em tudo o que faz. Desde um simples bilhete que escreve, às coisas mais importantes, faça com excelência. Seja fazendo uma faxina, atendendo um cliente, cuidando de uma criança ou de um idoso, limpando um jardim ou fazendo uma cirurgia, seja especial. Para ser alguém que faz a diferença, não importa o que você faz, mas como faz. Ou você faz tudo da melhor forma possível, ou fará parte do “resto”.

Pense nisso e seja alguém que faz a diferença… Alguém que com sua ação torna a vida das pessoas melhores.


Autor desconhecido

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

REFLEXÃO - O Ponto Negro



Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria. O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha. Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.
O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa. Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha. Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós.
Ninguém na sala falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vidas. Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. Temos motivos para comemorar sempre!
A natureza que se renova os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, à decepção com um amigo. Os pontos negros são mínimos em comparação, com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente. Pense nisso! Tire os olhos dos pontos negros de sua vida. Aproveite cada bênção, cada momento que o Criador te dá.
Tranquilize-se e seja… FELIZ!


FONTE: site Textos Motivacionais

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

REFLEXÃO - Papai, Quanto Me Amas?




No dia que nasceu sua filha, certo homem, não sentiu grande alegria. Por que a decepção que sentia, parecia ser maior do que o grande conhecimento em ter uma filha.

- Ah! Eu queria um filho homem! Lamentava ele.

Em poucos meses ele se deixou cativar pelo sorriso de sua linda filha e pela infinita inocência de seu olhar fixo e penetrante, foi então que ele começou a amá-la com loucura. Seu rostinho, seu sorriso não se apartavam mais dele. Ele fazia planos sobre planos, tudo seria para sua filhinha!

Numa tarde estavam reunidos em família, quando ela perguntou a seu ele:

- Papai, quando eu completar quinze anos, qual será meu presente?

- Meu amor, você tem apenas sete aninhos, não lhe parece que falta muito tempo para essa data?

- Bem papai, tu sempre dizes que o tempo passa voando, ainda que eu nunca o tenha visto por aqui.

Passaram-se os anos e ela já tinha catorze anos e ocupava toda a alegria da casa, especialmente o coração de seu pai. Num Domingo eles foram à igreja, ela tropeçou, e seu pai de imediato agarrou-a para que não caísse. Já sentados nos bancos da igreja, ela foi caindo lentamente e quase perdeu a consciência.

Seu pai levantou-a e a levou imediatamente para o hospital. Ali permaneceu por dez dias e foi então que o informaram que ela padecia de uma grave enfermidade que afetava seriamente seu coração.

Os dias foram passando, seu pai renunciou a seu trabalho para dedicar-se a ela. Todavia, sua mãe, decidiu trabalhar, pois não suportava vê-la sofrendo tanto.

Numa manhã, ainda na cama, a jovem moça perguntou a seu pai:

- Papai? Os médicos te disseram que eu vou morrer?

- Não meu amor! Não vais morrer! Deus que é tão grande, não permitiria que eu perca o que mais tenho amado neste mundo.

- Quando a gente morre vai para algum lugar? Podem ver lá de cima sua família? Sabes se um dia podem voltar?

- Bem filha, na verdade ninguém regressou de lá e contou algo sobre isso, porém se eu morrer, não te deixarei só, onde eu estiver buscarei uma maneira de me comunicar contigo, e em última instância utilizaria o vento para te ver.

- O vento? E como você faria?

- Não tenho a menor ideia filhinha, só sei que se algum dia eu morrer, sentirás que estou contigo, quando um suave vento roçar teu rosto e uma brisa fresca beijar tua face.

Nesse mesmo dia à tarde, eles foram informados pelos médicos que sua filhinha necessitava de um transplante de coração, pois do contrário ela só teria mais vinte dias de vida.

“Um coração! Onde conseguir um coração? Um coração! Onde, meu Deus?”

Nesse mesmo mês, ela completaria seus quinze anos. E foi numa sexta-feira á tarde quando conseguiram um doador. Foi operada e tudo saiu bem. Ela permaneceu no hospital por quinze dias e nenhuma vez seu pai foi visitá-la.

Os médicos lhe deram alta e ela foi para sua casa. Ao chegar em casa com ansiedade ela gritou:
- Papai! Papai! Onde tu estás?

Sua mãe saiu do quarto com os olhos molhados de lágrimas e disse-lhe:

- Aqui está uma carta que teu pai deixou para ti.

“Filhinha do meu coração: No momento em que ler minha carta já deverá ter quinze anos e um coração forte batendo em teu peito, essa foi à promessa que me fizeram os médicos que te operaram. Não podes imaginar nem remotamente quanto lamento não estar a teu lado. Quando soube que morrerias, decidi dar-te a resposta da pergunta que me fizeste quando tinhas sete aninhos e a qual não pude responder. Decidi dar-te o presente mais bonito que ninguém jamais faria por minha filha... Te dou de presente minha vida inteira sem nenhuma condição, para que faças com ela o que queiras. Viva filha!! Te amo com todo meu coração!!”

Foi quando ela chorou por todo o dia e toda a noite. No dia seguinte foi ao cemitério e sentou-se sobre o túmulo de seu pai.

Chorou tanto como ninguém poderia chorar. E sussurrou:

- Papai, agora posso compreender quanto me amava! Eu também te amava e ainda que nunca tenha dito, agora compreendo a importância de dizer: “Te Amo" e te pediria perdão por haver guardado silêncio tantas vezes.

Nesse instante as copas das árvores balançavam suavemente, caíram algumas folhas e flores, e uma suave brisa roçou a face da jovem moça, que olhou para o céu, tentou enxugar as lágrimas de seu rosto, se levantou e voltou para casa.

Por favor, jamais deixes de dizer: "TE AMO" Jamais saberás se esta será a última vez!

Autor desconhecido

REFLEXÃO - Uma História de Amor!




Renato quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Chovia forte e já era noite. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou.

O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. A senhora pensou que pudesse ser um bandido, ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto.

Renato percebeu que ela estava com muito medo e disse:

- Eu estou aqui para ajudar madame,  não se preocupe. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Renato.

Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora de idade avançada era ruim o bastante. Renato abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu, ficando um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.

Enquanto apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de São Paulo e que só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Renato apenas sorriu enquanto se levantava.

Ela perguntou quanto devia, todavia já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Renato não tivesse parado e ajudado. Renato não pensava em dinheiro, gostava de ajudar as pessoas. Este era seu modo de viver. Renato respondeu:

- Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisar e lembre-se de mim.

Alguns quilômetros depois a senhora estava em um pequeno restaurante, a garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a  tensão e as dores mudarem a sua atitude.

A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Renato. Depois que terminou a sua refeição, enquanto a garçonete buscava o troco, ela foi embora.

Quando a garçonete voltou  queria saber onde a  senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha 4 notas de R$ 100,00.

Correram lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu: Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou hoje e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar por este dinheiro, não deixe este círculo de amor terminar com você, ajude alguém”.

Aquela noite, quando foi para casa cansada e deitou-se na cama, seu marido já estava dormindo e ela ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito. “Como pôde aquela senhora saber” o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê que estava para nascer no próximo mês, como estava difícil. Ficou pensando na bênção que havia recebido, deu um grande sorriso.

Agradeceu a Deus e virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou:

- Tudo ficará bem! Eu te amo, Renato!


Autor Desconhecido

REFLEXÃO - O Tapetinho Vermelho




Uma pobre mulher morava numa humilde casinha com sua neta muito doente. Como não tinha dinheiro sequer para levá-la a um médico, e vendo que, apesar de seus muitos cuidados e remédios com ervas, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de duas horas até à cidade próxima em busca de ajuda.

Ao chegar ao único hospital público da região foi aconselhada a voltar para casa e trazer a neta, para que esta fosse examinada.

Quando voltava, desesperada por saber que sua neta não conseguia sequer levantar-se da cama, a senhora passou em frente a uma Igreja e como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado numa, resolveu pedir ajuda.

Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas no chão em oração. As senhoras receberam a visitante e, após se inteirarem da situação, convidaram-na para se ajoelhar e orar pela criança.

Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de intercessão ao Pai, as senhoras já se levantavam quando a mulher lhes disse:

- Eu também gostaria de fazer uma oração.

Vendo que se tratava de uma mulher de pouca cultura, as senhoras retrucaram:

- Não é necessário. Com nossas orações, com certeza sua neta irá melhorar.

Ainda assim a senhora insistiu em orar e começou:

Deus, sou eu! Olha, a minha neta está muito doente. Deus, assim eu gostaria que fosses lá curá-la. Deus, pega uma caneta que eu vou dizer onde fica – As senhoras estranharam, mas continuavam a ouvir – Já tem a caneta Deus? Vá seguindo o caminho daqui de volta pra Belo Horizonte e quando passar o rio com a ponte entra na segunda estradinha de barro, não vai errar ta - nesta altura as senhoras esforçavam-se para não desatar a rir, mas ela continuou - seguindo mais uns vinte minutinhos tem uma vendinha, entra na rua depois da mangueira que o meu barraquinho é o último da rua, pode ir entrando que não tem cachorro - As senhoras começaram a indignar-se com a situação - olha Deus, a porta está trancada, mas a chave fica debaixo da tapetinho vermelho na entrada, o Senhor pega na chave, entra e cura a minha netinha. Mas olha só Deus, por favor! Não se esqueça de colocar a chave de novo por baixo do tapetinho vermelho, senão eu não consigo entrar quando chegar em casa”.

Nessa altura as senhoras interromperam aquela ultrajante situação, dizendo que não era assim que se devia orar, mas que ela poderia ir pra casa sossegada pois elas eram pessoas de muita fé e Deus, com certeza, riria ouvir as usas preces e curar a menina.

A mulher foi para casa um pouco desconsolada, mas ao entrar na sua casinha sua neta veio a correr para recebê-la:

- Minha neta estás de pé, como é possível?

E a menina explicou:

- Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora a voltar, no entanto, entrou um homem muito alto vestido de branco no meu quarto e mandou-me levantar, não sei como, eu simplesmente me levantei – quase em pranto a menina continuou – depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha que ir embora. Mas pediu que eu avisasse a senhora que ele ia deixar a chave debaixo do tapetinho vermelho.

Autor desconhecido


domingo, 29 de setembro de 2013

Reflexão - O LÁPIS



O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou: 
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".
"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."
"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".
"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."

"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação". 
Autor desconhecido!

sábado, 28 de setembro de 2013

Reflexão: Matando o Velho Homem!

Chegará um momento na vida que será preciso escolher entre viver como estamos, ou matar o que em nós, nos deixa preso ao passado.

Veja esse vídeo, reflita, passe para seus alunos, busque um debate e surpreenda-se com o resultado!


Vídeo indicado para adolescentes e adultos!



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terça-feira, 24 de setembro de 2013

O Jovem e a Água



O rei queria casar sua filha com um homem sábio. Então ele fez um concurso em que o candidato tinha que dar uma grande demonstração de sabedoria.

Porém, aos candidatos foi dito somente, que venceria o concurso, aquele que levasse à princesa um presente que refletisse um desejo do próprio candidato. Foi dito também que o escolhido teria o seu desejo realizado pelo próprio rei.

Os fidalgos se prepararam, pois a bela princesa era muito cortejada. No dia da festa realizada para a ocasião, viu-se muitos presentes e entre eles alguns muito cobiçados.

De todos, três chamaram mais atenção.

O primeiro levou um pote de ouro e disse que o seu desejo era ter 10 vezes o peso da princesa em ouro. O rei então perguntou o porquê daquele desejo.

- Este é para que não falte riqueza para sua filha majestade.

O segundo levou o mapa de suas terras e disse que seu desejo era ter todo o reino em suas mãos. E o rei perguntou-lhe o porquê do desejo.

- Quero ter todas as terras para dar muitos poderes à princesa majestade.

O terceiro entrou com um lindo e grande jarro bordado com fios de ouro, porém só continha água. E todos riram. Ele disse que o seu desejo era ser igual à água. O rei não entendeu, mas, perguntou o motivo do desejo. E o jovem continuou:

- Majestade, a água pode ser sólida, líquida, gasosa e se adapta a qualquer superfície. Tem o maior poder de flexibilidade. E assim terei a condição ideal para me adaptar a qualquer circunstância que a vida requerer, para atender aos desejos da princesa. No inverno, tomarei posse de todas as terras como o gelo do continente. Teremos então muito poder. Na primavera, serei líquido para garimpar nos córregos e rios as pepitas de ouro que guardam seus leitos. Teremos então muita riqueza. No verão, serei as nuvens que regarão as plantações, para alimentar os rebanhos e o nosso povo. Assim não faltará alimento no reino.

Todos ficaram em silêncio quando o rei perguntou:

- E no outono?

- No outono promoverei festas ao meu povo, mostrando-lhes com minha presença constante, que faço parte de suas vidas. É como a água, presente em todos os lugares e corpos. Nesta forma, teremos o reinado de maior comunhão com o povo e por isso, o mais próspero.

- Esse desejo eu não posso lhe conceder. Disse lhe o rei.

- Isto não é preciso meu rei, basta me conceder o que puder e desejar, que eu deverei me adaptar.

Todos então se curvaram diante daquele jovem, quando o rei o escolheu para desposar a princesa, reconhecendo, que embora tivesse pouco para dar naquele momento, teria muito a contribuir para o reino ao longo de sua vida.

Autor Desconhecido





Deficiências



"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
Mario Quintana



fonte da imagem: GOOGLE