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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Reunião Pedagógica - 02 de abril

A Escola Municipal de Educação Básica São Rafael, realizou no dia 02 de abril um encontro pedagógico, onde foram debatidos assuntos da área pedagógica.
Discutimos dados comparativos nos preparando para as demais ações, as quais a escola irá interagir nos meses seguintes. Assim como: Copa do Mundo, Dia do Livro, Olímpiada Brasileira de Astronomia e Astronáutica e Passa ou Repassa.
Tivemos a ilustre presença de membros da Secretaria de Educação, entre eles a subsecretária Teresa Porto, Maria Pastora – gerente de ensino e Adinete Ribeiro – coordenadora geral de ensino. No momento foram discutidos assuntos de interesse docente, abordando gráficos relativos ao ensino e aprendizagem.
Aproveitamos a oportunidade para homenagear a subsecretária Teresa Porto, por seu retorno ao município e a aniversariante Maria Pastora, gerente de ensino.

Entre muitas emoções e assuntos importantes nossa reunião foi um sucesso!

Dinâmica: O Terremoto!

Sugestão de Atividades

Homenagem a Subsecretária Teresa Porto


Aniversariante Maria Pastora








quarta-feira, 5 de março de 2014

Escola São Rafael na Mídia: InFoca

Reportagem e fotos de Cátia Pimentel








Localizada a 97 km de Maceió, a Escola Municipal São Rafael é a única no Distrito de Pindorama, município alagoano de Coruripe. 
Apesar da simplicidade, a escola tem registrado bons resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), todos acima da meta nas últimas avaliações. A escola alcançou média 4,8 pontos em 2011, quando a meta do governo federal era de 3,8.
Uma das explicações para o avanço é a mudança na realidade da vida dos alunos e familiares através do projeto do governo federal que disponibiliza laptops para cada estudante (Programa UCA).
Em Alagoas, a São Rafael é a única onde crianças e adolescentes levam o laptop para casa, inserindo a tecnologia no cotidiano da família e mudando a realidade da zona rural alagoana.
Contando com equipe de 20 professores, a escola funciona nos três turnos, atende 495 alunos da Educação Infantil a Educação de Jovens e Adultos (EJA), vindos da zona rural de Coruripe. Ela foi uma das nove contempladas pelo Programa Um Computador por Aluno (PROUCA), desenvolvido pelo Ministério da Educação desde 2007 e que foi implantado em Alagoas em 2010 na 2ª fase do projeto com o objetivo de possibilitar a formação para a cidadania também com o uso das tecnologias.
O início do UCA no Escola São Rafael ocorreu em agosto de 2010 com a entrega de 416 laptops. O diretor da escola, Erithan Carlos Matias da Silva, na gestão há cerca de 10 anos, acredita e aposta na presença dos laptops como ferramenta significativa para a melhoria do ensino, permitindo o crescimento do aluno. “Os alunos ficam com a mente aberta. E posso afirmar que houve um crescimento no nível de aprendizagem dos alunos.” 
Ele conta que no início do projeto todos acolheram os laptops com grande expectativa, inclusive na esperança de uso da internet, o que nunca se configurou por questões da gestão do Proinfo. “Agora a prefeitura está colocando um ponto de internet e estamos comprando alguns roteadores. Mas a internet do projeto nunca funcionou, o que limitou as propostas”, reclama. 
Segundo o diretor, o professorado ficou apreensivo no começo do projeto, mas participaram das capacitações e hoje já conseguem adequar o uso dos laptops na realidade dos planos de aula. “O professor usa livremente no horário que é conveniente em acordo com a coordenação pedagógica. Não estabelecemos horários e disciplinas em que o professor tem que usar os laptops. Cada professor ajusta de acordo com sua dinâmica de sala de aula”.
Positivo e negativo
Para a coordenadora pedagógica da escola, Flávia Silva Rocha, o projeto tem seu lado positivo e seu lado negativo. O lado positivo está na disponibilização dos laptops para a escola e a família. “O UCA é um diferencial para a escola, e uma escola da zona rural onde ninguém imaginaria algo deste tipo. Entretanto, computador sem internet não é a mesma coisa e nisso o projeto foi falho até agora. Não tivemos suporte técnico e alguns alunos já terminaram seus estudos aqui na escola sem ver de fato o projeto se concretizar em sua plenitude”. 
Flávia destaca ainda que todos os professores participaram da formação, mas alguns ainda têm resistência a entrar no mundo da tecnologia. Quando entregam seus planos anuais e a proposta de um projeto didático, ela solicita que pensem em como usar os laptops no desenvolvimento das ações com os alunos.
Sobre o fato dos alunos levarem os laptops para casa, diretor e a coordenadora explicam que foi um trabalho importante reunir os pais para explicar o projeto e que os alunos iriam levar os laptops para a realização de estudos e atividades. 
Para Flávia Rocha, quando as crianças levam o laptop para casa, eles “mexem” e descobrem funcionalidades que os professores vão aprender com os alunos.
Impacto social
Mãe de cinco filhos, nascida em Penedo e criada em Bom Sucesso, a dona de casa Raquel Souza da Silva Santos tem dois filhos em idade escolar e que estudam na escola São Rafael.
Para ela, que reside numa casa de taipa e planta macaxeira em frente a humilde moradia, seus filhos vão ter um futuro melhor por estarem aprendendo coisas que ela nunca aprendeu. “Eles trazem o laptop e ficam fazendo as tarefas. Fazem os slides da professora de português e me mostram. Mas eu não quero aprender não. Deixo pra eles esta coisa de computador”, afirma Dona Raquel.
Outro exemplo de como o UCA muda a vida dos envolvidos, o estudante Eduardo, do 5º ano vespertino frequenta a escola no horário da manhã para realizar simulados de matemática e português, preparando-se para a Prova Brasil, que avalia o desempenho das escolas a nível nacional. “Eu venho e fico aqui estudando. Tenho que acertar tudo. Eu tinha terminado e fui pra casa, mas voltei porque quero acertar tudo e to aqui fazendo de novo”. 
A coordenadora Flávia Rocha recorda que todos os dias vários alunos vêm para a escola em horário contrário para estudar. “Eles usam a biblioteca e o laboratório de informática para atividades orientadas ou livres. Podiam estar na rua ou na lavoura, a maioria seguindo a saga de seus pais, mas estão aqui. Talvez este seja um dos fatores da nota de nossa escola no Ideb”.
Segundo Fernando Pimentel, coordenador do UCA/Ufal, este é o diferencial do projeto, mas que não foi acolhido em sua totalidade, inclusive em Alagoas. “Os diretores têm receio de que os laptops quebrem ou que sejam roubados, mas com esta postura a gestão impossibilita o desenvolvimento de elementos sociais importantes, como a responsabilidade com o bem público. Há também o comprometimento de um dos objetivos do projeto, que não é alcançado: a inclusão social. Estamos fazendo um trabalho de ‘formiguinha’, visitando as escolas, conversando com os gestores e propondo uma formação continuada”. 
Avaliando o projeto, o coordenador do UCA na Ufal mostra-se preocupado com o futuro de um projeto tão grandioso e que está mudando a realidade das crianças e de suas famílias.
“O MEC não está sinalizando uma continuidade do projeto e as secretarias estaduais e municipais têm outras prioridades. Os gestores não conseguem vislumbrar os ganhos no processo educativo dos alunos e como um projeto deste porte contribui para o desenvolvimento da cidadania. Em vários municípios e no Estado os gestores não fizeram sua parte, que era cuidar da infraestrutura, e este é um elemento que compromete a continuidade do projeto”.
Ainda de acordo com Pimentel, o Governo Federal não pensou numa política de continuidade, e nem de manutenção dos equipamentos. De acordo com levantamento da Ufal, vários laptops não funcionam mais somente com a bateria, precisam estar conectados diretamente a fonte de energia.
“Em Alagoas o sinal de internet é precário. Como desenvolver algo assim? E agora com os tablets que serão distribuídos para alunos e professores do ensino médio, como será?”. 
Para Pimentel os professores são guerreiros e desenvolvem projetos dignos de reconhecimento com os laptops, mas afirma que muito mais poderia ser realizado.



quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Dia do Folclore na Escola

Podemos definir o folclore como um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração, que nascem da pura imaginação das pessoas, principalmente dos moradores das regiões do interior do nosso Brasil. Muitas destas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas para assustar as pessoas. O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Muitos deles deram origem às festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país.

E hoje dia 22 de agosto de 2013, dia do Folclore, a Escola São Rafael esteve presente com suas comemorações. Cada professor trabalhou atividades interativas em suas aulas, passando aos alunos conhecimentos históricos educativos, sendo assim os alunos tiveram um momento de diversão, assistindo a um teatro de fantoches, com os personagens das lendas. Logo em seguida alunos de turmas do 6º ano 9º anos apresentaram a lenda do Bumba-meu-boi, onde as crianças se divertiram e aprenderam bastante. Confira as fotos a seguir!










terça-feira, 20 de agosto de 2013

Um Computador por Aluno



Em meados de 2010 a Escola São Rafael, recebeu os LAPTOPS que fazem parte do projeto UCA: Um Computador por Aluno.
Alunos, professores e familiares ficaram encantados com a novidade, pois, os professores da rede poderam efetivar o uso das novas tecnologias, o que exigiu maior dinamismo e criatividade por parte de ambos.
O projeto UCA veio ampliar as oportunidades de conhecimentos, para alunos e professores de nossa escola e comunidade. Eu particularmente acho muito importante o uso das tecnologias em sala de aula.” – disse um professor da escola.
Mas não são apenas “flores”! A falta de acesso a internet, tem deixado a desejar. Mas o gestor da escola Eritan Carlos Mathias, junto a Coordenadora Pedagógica Flavia Rocha, estão trabalhando para trazer esse implemento para complementar o uso dos LAPTOPS na sala de aula.
Atualmente os Laptops estão sendo atualizados com um novo sistema: UBUNTUCA, bem moderno e atualizado, com novas ferramentas e funções. Como disse Gedimar Pereira, no site ubuntuca.com.br
“O UbuntUCA é um projeto educativosocial, voluntário, independente e sem fins lucrativos. É uma remasterização do Ubuntu, desenvolvida para os laptops do Programa UCA (Um Computador por Aluno), sendo a solução ideal para embarcar os laptops do ProUCA da escola.
Sua interface é adaptada à telas pequenas, além de ser agradável, leve e funcional. Sua coleção de aplicativos é capaz de atender a praticamente todas as necessidades dos professores e alunos em sala de aula.
O UbuntUCA vem pronto para o uso, não sendo necessário nenhuma configuração extra do sistema após a instalação. É literalmente: Instalar e Usar!”


Venha você também conhecer nossa escola de perto, e veja o quanto trabalhamos para uma educação de qualidade!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A Escola São Rafael tem como objetivo maior lutar pela educação de qualidade.




A Escola Municipal de Educação Básica São Rafael encontra-se situada no povoado de Bonsucesso. Um povoado muito carente localizado na Zona Rural de Coruripe – Al. Nossa escola é considerada de porte médio oferecendo dentro da educação básica a educação infantil, o ensino fundamental de 1° ao 9° ano e a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

A escola possui biblioteca, computadores, livros que foram emitidos pelo Programa Nacional do Livro Didático-PDE (mestre), existem algumas revistas periódicas como Nova Escola, além de livros de literatura infantil e infanto–juvenil, que visa a continuação de ensino de qualidade, com responsabilidade e dignidade, respeitando aos alunos, pais, comunidade e sociedade.

A escola São Rafael, tem no eixo de sua educação:

* O APRENDER A CONHECER: compreender, descobrir, construir e reconstruir o conhecimento, curiosidades autonomia, atenção.

* O APRENDER A FAZER: saber trabalhar coletivamente, ter iniciativa, estando aberto ao novo, saber comunicar-se e saber administrar conflitos e ter equilíbrio emocional.

* O APRENDER A VIVER JUNTO: compreender o outro, desenvolvendo a percepção da interdependência, da não violência, administrando conflito.

* O APRENDER A SER: desenvolvimento integral da pessoa: inteligência, sensibilidade, sentido ético e estético, responsabilidade pessoal, espiritualidade, pensamento autônomo e crítico, imaginação, criatividade e iniciativa.

A Escola Municipal de Educação Básica São Rafael, possui uma vasta gama de conhecimentos historicamente elaborado, assim como os saberes e experiências vivenciadas pelos alunos dentro e fora da escola. Nesse sentido buscar trabalhar o contexto sócio – econômico cultural e político em que seus alunos estão inseridos, com o objetivo de formar cidadãos críticos e construtores desse mundo globalizado.

Finalizando nossa escola, busca indicadores com a finalidade de construir a própria identidade, considerando toda diversidade nela presente. Nessa perspectiva, busca-se uma nova organização escolar, constituindo-se num desafio para professores, funcionários, educando e pais na construção de uma escola democrática, pública, gratuita e com um ensino de qualidade.